“Eu sinto a sua falta. Quer dizer, eu sinto falta do seu velho eu, sabe? Desse seu eu que só queria me fazer bem sem motivos nenhum. Desse seu eu que era capaz de fazer um “stand up” só para tirar todos os sorrisos do mundo e depositar em mim em dias ruins. Desse seu velho eu que corria maratonas descalço, atravessava o oceano pacifico a remo e escalava o Everest de roupa de banho. Desse seu eu que era meu tudo. É meu tudo. Mas a gente se perdeu, ou melhor, eu me perdi, você se perdeu e agora não consigo nos encontrar de jeito nenhum. Queria que desse certo entre a gente… Ainda quero. E deve ser por isso que jamais desisti de nós.”
“Eu tô pedindo a tua mão;
e um pouquinho do braço.”
“Era por isso que eu adorava ficar com você. Nós podíamos fazer coisas simples, como jogar estrelas-do-mar de volta na água, comer um hambúrger e conversar (…) Eu tinha noção da minha sorte. Porque você era o primeiro cara que não tentava me impressionar o tempo todo. Você se aceitava, mas, além disso, me aceitava do jeito que eu era. Então nada mais importava, nem a minha família nem a sua, nem qualquer outra pessoa no mundo. Bastávamos nós dois.”
— Nicholas Sparks.